Glória a Deus - Hinário Adventista do Sétimo Dia – Nr. 583

Glória a Deus

Hinário Adventista do Sétimo Dia


Letra: Autor Desconhecido

Título Original: Gloria Patri

Música: Henry Wellington Greatorex (1813-1858)

Texto Bíblico: Louvai a Deus com brados de júbilo, todas as terras. Cantai a glória do seu nome, dai glória em seu louvor. (Salmo 66:1 e 2)

Observação: Este texto em latim é parte da Doxologia Latina, desde o séc. II



Glória ao Pai seja dada,

Ao Filho e ao Espírito Santo,

Como era no princípio,

É hoje e para sempre.

Glória sem fim!

Amém, amém!



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Oh, Como é Bom Louvar - Hinário Adventista do Sétimo Dia – Nr. 584

Oh, Como é Bom Louvar

Hinário Adventista do Sétimo Dia


Letra: Charles Wesley (1707-1788)

Título Original: O for a Heart to Praise My God

Música: John Bacchus Dykes (1823-1876)

Texto Bíblico: Bom é render graças ao Senhor, e cantar louvores ao teu nome, ó Altíssimo, anunciar de manhã a tua benignidade, e à noite a tua fidelidade, (Salmo 92:1 e 2)



1. Oh, como é bom louvar a Deus,

sempre louvá-lo assim!

Por Seu amor, favores Seus,

louvor terá de mim.

2. Meu coração de pedra é,

mas novo há de ser,

Quando por fim co’amor e fé,

Jesus mudar meu ser.

3. Ao palmilhar a senda aqui,

faze-me bom Senhor.

Possa viver, viver por Ti,

Em Teu divino amor.



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“Cria em mim, ó Deus, um coração puro, e renova em mim um espírito reto.” (Salmos 51:10). A versão deste texto no “Livro de Orações” é: “Faz para mim, ó Deus, um coração limpo, e renova em mim um espírito reto.” Baseado neste texto Charles Wesley escreveu oito estrofes, que foram publicadas em “Hinos e Poemas Sagrados” em 1742. Três estrofes foram selecionadas selecionadas para o nosso hinário.

Charles Wesley, sem dúvida, cantava do amor de Deus porque ele o havia experimentado tão grandemente em sua própria vida. Amor é a nota tônica de seus hinos e desenrola-se como uma corrente através deles. Na versão original deste hino encontram-se as linhas:

“Escreve Teu nome sobre meu coração,

Teu novo, melhor nome de Amor”.

Estas linhas não se encontram na versão do Cantai ao Senhor e nem do Hinário Adventista.

Este hino é cheio de pensamentos espirituais, e a cuidadosa meditação sobre cada uma de suas linhas trará grande proveito. É inteiramente escriturístico, e ensina sobre a intercessão de Cristo, purificação do pecado, entrega completa a Cristo, vida vitoriosa em Cristo, o Cristo que habita o coração e sobre perfeição em Cristo.

“Beautitude” é o nome da melodia escrita por John Bacchus Dykes, um ministro da igreja da Inglaterra, e talentoso compositor de cerca de trezentas melodias. Esta melodia foi publicada primeiramente na edição de 1875 de “Hinos Antigos e Modernos”.

A música é tipicamente romântica, enfatizando os elementos de doçura, suavidade harmônica e encantadora qualidade de linha melódica. Em vez de ser forte e ousada, a melodia é agradável aos sentidos e encantadora. A igreja tem necessidade de diferentes espécies de melodias, as doces e as fortes, e a música de Dykes preenche um lugar lado a lado com melodias profundas.

Oh! Adorai - Hinário Adventista do Sétimo Dia – Nr. 585

Oh! Adorai

Hinário Adventista do Sétimo Dia


Letra e Música: Flávio Almeida Santos (1963- )

Título Original: Oh! Adorai

Texto Bíblico: ributai ao Senhor, ó filhos dos poderosos, tributai ao Senhor glória e força. Tributai ao Senhor a glória devida ao seu nome; adorai o Senhor vestidos de trajes santos. (Salmo 29:1 e 2)



Oh! Adorai ao Deus triúno,

Pois Ele é Deus onipotente!

Oh! Adorai ao Rei divino,

Pois Ele reina, eternamente!

Amém.



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Doxologia - Hinário Adventista do Sétimo Dia – Nr. 586

Doxologia

Hinário Adventista do Sétimo Dia


Letra e Música: Najla Demetrio Bechara (1935- )

Título Original: Doxologia

Texto Bíblico: Dai graças ao Senhor, porque ele é bom; porque a sua benignidade dura para sempre. (Salmo 136:1)



Deus, Criador do Universo,

Rendo um louvor neste verso.

És Redentor e Salvador;

Deus Pai, Deus Filho, Deus Espírito Santo.



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Invocação - Hinário Adventista do Sétimo Dia – Nr. 580

Invocação

Hinário Adventista do Sétimo Dia


Letra e Música: Ênio Monteiro de Souza (1944- )

Título Original: Invocação

Texto Bíblico: O Senhor dos exércitos está conosco; o Deus de Jacó é o nosso refúgio. (Salmo 46:11)



Tua santa presença rogamos-Te, ó Senhor;

Manda-nos Teu Espírito;

Dá-nos Teu santo poder.

Queremos dar-Te graças, queremos Teu perdão;

Queremos cantar louvores a Ti,

Por Teu infinito amor.



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Adoração - Hinário Adventista do Sétimo Dia – Nr. 581

Adoração

Hinário Adventista do Sétimo Dia


Letra: Thomas Ken (1637-1710)

Título Original: Praise God from Whom All Blessings Flow

Música: Louis Bourgeois (c.1510-1561)

Texto Bíblico: Louvai ao Senhor. Louvai, servos do Senhor, louvai o nome do Senhor. Bendito seja o nome do Senhor, desde agora e para sempre. (Salmo 113:1,2)

Observação: A melodia deste hino é intitulada Old Hundredth e foi publicada em 1551, na segunda edição do Saltério de Genebra.



A Deus supremo Criador,

Vós, anjos e homens, dai louvor;

A Deus, o Filho, a Deus, o Pai,

A Deus, Espírito, glória dai.



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Estas quatro linhas de Thomas Ken talvez sejam mais conhecidas do que quaisquer outras de qualquer hino. É verdadeiramente a doxologia dos evangélicos. Seu texto fez parte do Manual of Prayers for the Use of the Scholars of Winchester College, escola pela qual Ken foi responsável por algum tempo. Para o bem espiritual de cada menino de sua escola, Ken colocou três hinos (matutino, vespertino e noturno) na cabeceira da cama de cada um deles, com a advertência. “È bom em toda hora louvar ao Senhor”. Cada um dos três hinos terminou com esta doxologia. Embora escritos antes, Ken os publicou no manual em 1965. Revisou-os em 1709, colocando-os na forma usada hoje.

Doxologias, ou expressões de louvor a Deus, existem desde os Aleluias, que querem dizer “Louvai a Jeovah (Senhor)”, do Antigo Testamento. No Novo Testamento, doxologias são achadas em trechos como Romanos 16:27, Efésios 3:21, Judas 25 e Apocalipse 5:13. Na prática da igreja Primitiva, usou-se o Glória in Excelsis(Glória a Deus nas Alturas) do trecho Lucas 2:14. Com o surgimento da heresia ariana que negava a divindade de Cristo, as congregações adicionaram a prática de louvor especificamente ao trino Deus: Deus Pai, Deus filho, e Deus Espírito Santo, numa doxologia chamada Glória Patri, Não é de se surpreender que esta doxologia de Ken se tornasse um hino em si, uma doxologia moderna.

Thomas Ken (1637-1711),um homem de princípios firmes, que causaram sua prisão e poderiam ter-lhe custado a vida, Nasceu em Berkhampstead, no condado de Hertford, na Inglaterra. Ficando órfão na infância, foi criado por sua meia-irmã Ann e seu marido, o famoso autor Isaac Walton. Educado na Faculdade Winchester, Hart Hall e na Universidade Oxford, foi ordenado em 1662. Pastoreou diversas igrejas até 1666, quando voltou a Winchester, servindo de diversas maneiras através dos anos. Possuía uma bela voz e acompanhava seus hinos com a viola ou a espineta (pequeno piano).

Nos anos seguintes Ken capelão da Princesa Maria, em Haia, e mais tarde na corte de James II, que o considerou o mais eloqüente dentre os pregadores protestantes. O rei Charles II disse dele: “Vou a Ken para ouvir deles as minhas falhas”. De fato, em nenhuma circunstância Ken comprometeu os seus princípios, mesmo que isto lhe custasse sua posição ou sua prisão. “A santidade do seu caráter, sua combinação de ousadia, gentileza, modéstia e amor têm sido universalmente reconhecidos.” Ken aposentou-se do bispado em 1691. Suas caridades deixaram-no com insuficiente sustento, mas,dali em diante, até sua morte, foi acolhido por seu amigo, Lord Weymouth. Suas obras poéticas foram publicadas em quatro volumes em 1721.

A melodia OLD HUNDREDTH foi composta ou adaptada por Louis Bourgeois para a edição do Saltério Genebrino em 1551, e usada com o Salmo 134. William Kethe transferiu a melodia para o Salmo 100 (HUNDREDTH) para o Anglo-Genevan Psalter (um saltério Genebrino traduzido para o Inglês) em 1561, e é com este salmo que tem sido cantado por 400 anos. A palavra “old” refere-se à Versão Antiga dos Salmos de Sternhold e Hopkins de 1562, que “por mais de duzentos anos(…) manteve lugar de proeminência nos corações do povo comum da Inglaterra”. Para o uso como doxologia como é cantada hoje, foi deita uma alteração do ritmo para a forma binária, e o valor do tempo de cada sílaba é igual, com uma fermata no fim de cada linha. Embora isto não embeleze a melodia, simplifica a sua execução.

O compositor Louis Bourgeois, nascido em 1510 em Paris, França, tornou-se discípulo de João Calvino e mudou-se para Genebra em 1541. Foi nomeado cantor (solista e dirigente do canto congregacional) na Igreja São Pedro e regente do coro, em 1545. Calvino lhe deu a responsabilidade de preparar melodias para os Salmos metrificados para um saltério já em preparo. Um saltério parcial foi publicado em 1542. Bourgeois usou, como ponto de partida, o Saltério de Strasburgo, de Calvino. Alterou algumas melodias, trocou outras e compôs novas também.

De 1542 a 1557, Bourgeois serviu como redator musical para as edições sucessivas do Saltério Genebrino. Não se sabe exatamente com quantas melodias originais ele contribuiu para estas edições, mas a importância e a qualidade da sua obra é demonstrada pelo fato dele ter sido responsável pela forma final de 85 das 105 melodias e 110 métricas no saltério complete de 1562.

Bourgeois foi preso em Genebra em 1551, acusado de fazer alterações não autorizadas em algumas melodias bem conhecidas. Calvino conseguiu libertá-lo em vinte quatro horas, e as suas alterações foram mais tarde sancionadas! Desta data em diante Bourgeois teve dificuldades com as autoridades de Genebra que estavam em oposição às mudanças que ele propôs e à introdução de harmonia a quatro vozes que ele preferia. Voltou para Paris em 1557, publicou uma coleção de salmos harmonizados em 1561 e ali desapareceu da história. Suas melodias, com o uso freqüente do padrão de quatro notas em linha descendente implicam numa saída dos modos eclesiásticos para as escalas maiores e menores, mudança radical e duradoura para a salmódia e, em conseqüência, para a hinodia.

A inigualável missionária pioneira Sarah Poulton Kalley traduziu este hino em 1861, seis anos depois de sua chegada ao Brasil, publicando-o na primeira edição de Psalmos e Hymnos (letra somente).

Bibliografia: Keith,Edmond D.Hinodia Cristã. 2ª ed. Revista e Atualizada, Trad. BennieMay Oliver, Rio de Janeiro, JUERP,1987.p.65

Vem, Senhor - Hinário Adventista do Sétimo Dia – Nr. 582

Vem, Senhor

Hinário Adventista do Sétimo Dia


Letra: Albertina Rodrigues Simon (1896-1984)

Título Original: Vem, Senhor

Música: May Chenevix-Trench (? – ?)

Texto Bíblico: Louvai ao Senhor. Louvai ao Senhor, porque ele é bom; porque a sua benignidade dura para sempre. (Salmo 106:1)



1. No Teu sagrado templo vem,

Senhor, oh, vem estar!

Aqui estamos todos nós

Pra Teu louvor cantar!

2. A Ti rendemos graças mil,

Porque és justo e bom;

Senhor, oh, vem, concede-nos

O Teu sublime dom!

3. Oh, vem! Não te demores, não!

Vem dar aos filhos Teus,

O Teu poder, e a Tua paz.

Oh, vem, Senhor, bom Deus!



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Pai, Sê Presente - Hinário Adventista do Sétimo Dia – Nr. 576

Pai, Sê Presente

Hinário Adventista do Sétimo Dia


Letra: Dario Pires de Araújo (1937- )

Título Original: Pai, Sê Presente

Música: John Bacchus Dykes (1823-1876)

Texto Bíblico: Perto está o Senhor de todos os que o invocam, de todos os que o invocam em verdade. (Salmo 145:18)



Pai, sê presente neste templo;

Faz-nos ouvir a Tua voz;

Brilhe em Jesus o nosso exemplo,

E Habita em nós.



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Santo És, Senhor - Hinário Adventista do Sétimo Dia – Nr. 577

Santo És, Senhor

Hinário Adventista do Sétimo Dia


Letra e Música: Franz Peter Schubert (1797-1828)

Título Original: Heiling, Heilig, Heilig

Texto Bíblico: Justo é o Senhor em todos os seus caminhos, e benigno em todas as suas obras. (Salmo 145:17)



Coro:

Santo, santo, santo, santo és, Senhor.

Santo, santo, santo, Deus e Criador.

1. Terra e céus formaste para o Teu louvor.

Santo, santo, santo, sumo benfeitor.

2. Teu, Senhor, é o reino, Teu é o poder,

Tua é a glória, para sempre, amém!



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Desde os primórdios da era cristã, os crentes, nos seus cultos, cantavam os salmos, ensinados pelos judeus convertidos. Além destes, adicionaram os hinos, outros trechos do Antigo Testamento, como o Gloria in Excelsis, o cântico dos anjos (Lucas 2:10-14), o Magnificat, cantado por Maria (Lucas 1:46-55), o Benedictus, cântico de Zacarias (Lucas 1:67-79), e o Nunc Dimittis, cântico de Simeão (Lucas 2:28-32). No Ter Sanctus (três vezes santo), de Isaías 6:3 e Apocalipse 4:8, os serafins dirigiam-se a seu Deus e cantavam “Santo, santo, santo”. Ao longo dos anos, o canto desta, e de outras escrituras, que antes era espontâneo, aos poucos se tornou parte do ritual do culto. No período medieval, a igreja católica incluiu o Sanctus como parte invariável da missa que se definiu nesta época. Ao mesmo tempo, os crentes continuavam a cantar este versículo em hinos escritos em épocas sucessivas.

Hoje, felizmente, há nas igrejas evangélicas um movimento mundial de ênfase na adoração. Para levar a igreja a adorar a Deus em uma só voz, uma ótima maneira de iniciar um culto é usar uma “chamada ao culto”; um curto trecho bíblico recitado em uníssono ou um curto cântico de adoração. Este cântico, que declara a santidade de Deus, é uma escolha excelente para esta parte do culto.

Ao procurar responsos e doxologias para os cultos das igrejas, achou-se Holy Is The Lord (Santo És, Senhor) de letra tradicional e a música do ilustre compositor vienense Franz Shubert. Faz parte de diversos hinários modernos.

Franz Shubert compôs Deutshe Messe (Missa Alemã), da qual esta melodia foi extraída, em 1816. A letra original fez parte do antigo Sanctus (com texto em Isaías), seção que segue o prefácio da obra. Apropriadamente, a melodia é chamada HEILIG, HEILIG, HEILIG (Santo, Santo, Santo).

Franz Peter Shubert, um dos maiores gênios da música erudita da sua época, nasceu em 31 de janeiro de 1797, num subúrbio de Viena. Conseguiu seus primeiros conhecimentos musicais com seu pai (um hábil violoncelista amador) e seu irmão. Franz começou a tocar violino aos oito anos. Entrou, aos dez, no coro da corte de Viena e na escola Konvict, que treinava estes cantores. Seus professores (que incluíam o ilustre Salieri) descobriram nele um gênio musical. Tocou na orquestra da corte, chegando à posição de primeiro violino. Sua primeira canção, ainda existente, foi escrita em 1811 aos quatorze anos; sua primeira sinfonia, em 1813. Para se sustentar, Shubert completou seu preparo para o ensino público, juntando-se ao seu pai na mesma escola. Continuou a estudar a composição, e tornou-se “o expoente supremo do lied (canção alemã), obtendo a maestria de expressão vocal”. De fato hoje Shubert é “considerado o criador do lied alemão moderno”.

Há amplas fontes sobre a vida e obra deste cordial gênio que, como Mozart, produziu (além de 500 canções) um fantástico acervo de música em todas as formas na sua vida curta de 31 anos (sua obra completa abrange quarenta volumes! ). Faleceu em 1828, de febre tifóide, pobre e pouco conhecido além do seu circulo de ilustres músicos e escritores. Hoje, sua obra é considerada à altura de Beethoven. A seu próprio pedido, foi sepultado perto deste gênio alemão. (Brahms, outro gênio do século, foi sepultado pertinho).

Bibliografia: Slonimsky, Nicolas, ed. , Baker’s Biografical Dictionary of Musicians, Sixth Edition, New York, Schirmer Books, 1978, p. 1549.

Sinto a Presença do Senhor - Hinário Adventista do Sétimo Dia – Nr. 578

Sinto a Presença do Senhor

Hinário Adventista do Sétimo Dia


Letra e Música: Lanny Wolfe (1942- )

Título Original: Surely the Presence of the Lord Is in This Place

Texto Bíblico: Ao acordar Jacó do seu sono, disse: Realmente o Senhor está neste lugar; e eu não o sabia. E temeu, e disse: Quão terrível é este lugar! Este não é outro lugar senão a casa de Deus; e esta é a porta dos céus. (Gênesis 28:16 e 17)



Sinto a presença do Senhor neste lugar,

Seu poder e Sua graça, Seu amor.

Posso ver em cada face Sua beleza irradiar.

Sinto a presença do Senhor neste lugar.



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Este cântico, que expressa a certeza da presença do Senhor no meio daqueles que o adoram, foi escrito, letra e música, por Lanny Wolfe em 1977. Traduzido por Wanderley Neves e Joan Larie Sutton, foi publicado pela JUERP na revista Louvor (Vol 4, out/nov/dez/ de 1981). Desde então tem sido muito usado em todo o Brasil, onde se reúnem aqueles que amam ao Senhor.

Lanny Lavon Wolfe é educador, ministro de música, e um dos mais destacados compositores americanos da música gospel. Lanny nasceu em 2 de fevereiro de 1942, em Columbus, Estado de Ohio, EUA. Hoje é Deão da Escola de Música da Faculdade Jackson de Ministérios, em Jackson, Estado de Mississipi, e Ministro de Música da primeira igreja pentecostal daquela cidade. O grupo coral e orquestral Lanny Wolfe Singers, regido por Wolfe, viaja dentro de costa a costa dos Estados unidos, dando concertos em igrejas e auditórios.

Lanny Wolfe já publicou mais de 300 hinos e cânticos, e sete musicais muito apreciados. Seus hinos ganharam inúmeros prêmios e foram cantados e gravados por cantores e evangélicos nacionalmente famosos com Sandi Ptti, Andraé Crouch, Bill Gaither e outros. Apontado, por oito anos consecutivos, pela Gospel Music Association (Associação de Música Gospel) como melhor compositor gospel, Lanny também foi eleito para a junta daquela prestigiosa organização, por dois anos. Em 1984, recebeu o Prêmio Dove como hinistas ao ano, e seu hino More Than Wonderful (Mais que maravilhoso) foi escolhido como hino do ano. Gravou alguns álbuns de trios, os quais estiveram entre os primeiros cinco álbuns inspirativos do ano.

Lanny Wolfe casou – se com Maritta Wolfe e o casal tem filhas, Lanna Marie e Lanita.

O nome da melodia deste hino de Lanny Wolfe é SURELY THE PRESENCE (Certamente a Presença), vindo das primeiras três palavras do texto e do título do hino no original.

Bibliografia: Hinário para o Culto Cristão – Notas históricas – Edith Brock Mulholland (compiladora) – Rio de janeiro JUERP, 2001

Eu te Amo, ó Deus - Hinário Adventista do Sétimo Dia – Nr. 579

Eu te Amo, ó Deus

Hinário Adventista do Sétimo Dia


Letra e Música: Laurie Klein (1950- )

Título Original: I Love You, Lord

Texto Bíblico: Amo ao Senhor, porque ele ouve a minha voz e a minha súplica. Porque inclina para mim o seu ouvido, invocá-lo-ei enquanto viver. (Salmo 116:1 e 2)



Eu te amo ó Deus, ergo meu louvor.

Minh ‘alma vem te adorar, Senhor.

Aceita, pois, este meu louvor,

Como gratidão por teu grande amor.



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Lar Feliz - Hinário Adventista do Sétimo Dia – Nr. 572

Lar Feliz

Hinário Adventista do Sétimo Dia


Letra: Sanford Filmore Bennett (1836-1898)

Título Original: Sweet By and By

Música: Joseph Philbrick Webster (1819-1875)

Texto Bíblico: Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito; vou preparar-vos lugar. E, se eu for e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos tomarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também. (João 14:1-3)



1. Eu avisto uma terra feliz,

Onde irei para sempre morar;

Há mansões neste lindo país

Que Jesus foi, no Céu, preparar.

Vou morar, vou morar,

Neste lar perenal e feliz;

Vou morar, vou morar,

Neste lar perenal e feliz.

2. Cantarei neste lindo país

Belos hinos ao meu Salvador,

Pois ali viverei bem feliz,

Sem temor, sem tristeza, nem dor.

Vou cantar, vou cantar,

Neste lar perenal e feliz;

Vou cantar, vou cantar,

Neste lar perenal e feliz.

3. Deixarei este mundo afinal,

Para ir a Jesus adorar;

Neste lar mui feliz e eternal,

Com Jesus para sempre hei de estar.

Hei de estar, hei de estar,

Neste lar perenal e feliz;

Hei de estar, hei de estar,

Neste lar perenal e feliz.




Veja a história deste hino

Ira David Sankey, conhecido hinista americano, diz em seu livro My Life and the Story of the Gospel Hymns(Minha Vida e a História dos Hinos Evangélicos):

O Sr. Bennett, autor deste cântico famoso no mundo inteiro, diz o seguinte a respeito de sua origem:

“Em 1861 fui residir na cidadezinha de Elkhorn, Wisconsin, terra do compositor J. P. Webster; dentro em pouco associei-me a ele na produção de músicas impressas em folhas soltas, e outros trabalhos musicais.

No verão ou outono do ano de 1867 iniciamos o trabalho do “The Signet Ring”. Um dos cânticos escritos para aquele livro foi ‘Lar Feliz’. O Sr. Webster, como muitos outros músicos, tinha uma natureza excessivamente sensível e nervosa, e era sujeito a períodos de depressão, durante os quais, encarava a vida no seu lado escuro.

Eu estava tão acostumado com suas peculiaridades que ao encontrá-lo, ao primeiro olhar poderia dizer se ele estava numa de suas fases de melancolia; descobri que poderia animá-lo e fazê-lo sair dessas fases dando-lhe uma nova melodia ou cântico com que se ocupar. Numa ocasião, ele veio ao meu local de trabalho, andou até a lareira, e virou-me as costas, sem falar. Eu estava escrevendo e lhe disse: -“Webster, que é que há?”

-“Nada, respondeu ele, “tudo vai melhorar aos poucos” (by and by). A idéia veio-me à mente como um raio, e eu respondi:

-“Doce aos poucos! Será que isto não daria um bom cântico?” (O título do cântico em inglês é ‘Sweet By-and-by’, que traduzido literalmente seria ‘Doce aos Poucos’, ou Suave aos Poucos’).

-“Talvez desse”, retorquiu com indiferença.

Rapidamente escrevi as três estrofes e o coro. Neste meio tempo, dois amigos, o Sr. N. H. Carswell e o Sr. S. E. Bright, entraram. Entreguei o cântico ao Sr. Webster. Ao lê-lo, seus olhos brilharam, e modificou-se sua atitude. Dirigindo-se a uma escrivaninha, começou a escrever notas rapidamente. Depois pediu ao Sr. Bright que lhe alcançasse seu violino, e então tocou a melodia. Em poucos momentos mais havia escritos as notas para quatro vozes.

Creio que não se passaram mais do que trinta minutos desde a hora que tomei minha pena para escrever as palavras, até a hora em que os dois cavalheiros, o Sr. Webster e eu estávamos entoando o cântico, como apareceu em ‘The Signet Ring’. Enquanto cantávamos, o Sr. R. R. Crosby entrou. Após ouvir por um pouco de tempo, disse com lágrimas nos olhos: -‘Este cântico será imortal’. Creio que foi logo usado em público, pois, em duas semanas, crianças já o cantavam nas ruas.”

No ano seguinte os editores de ‘The Signet Ring’ distribuíram um grande número de circulares, anunciando o novo hinário, nas quais havia seleções dos cânticos, entre elas, ‘Lar Feliz’. Estas circulares tornaram este cântico logo apreciado pelo público, estimulando a aquisição do hinário. Perto do fim do ano o cântico foi publicado em folhas soltas. Agora pode ser encontrado em várias compilações de músicas, na América, e diz um jornal: ‘foi traduzido para inúmeras línguas estrangeiras, e é cantado em toda a parte debaixo do sol’.

Webster, Crosby e Carswell já morreram. S. E. Bright, de Fort Atkinson, Wisconsin e eu somos as únicas testemunhas vivas do aparecimento de ‘Lar Feliz’.”

Fonte: Histórias de Hinos e Autores – CMA – Conservatório Musical Adventista


O Senhor está em Seu Templo - Hinário Adventista do Sétimo Dia – Nr. 573

O Senhor está em Seu Templo

Hinário Adventista do Sétimo Dia


Letra e Música: George Frederick Root (1820-1895)

Título Original: The Lord Is in His Holy Temple

Texto Bíblico: Mas o Senhor está no seu santo templo; cale-se diante dele toda a terra; cale-se diante dele toda a terra. (Habacuque 2:20)



O Senhor está em Seu santo templo,

O Senhor está em Seu santo templo;

O Céu, o mar e a Terra,

E vós guardai silêncio perante Deus;

Silêncio, silêncio perante Deus.

Amém.



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Deus está Presente - Hinário Adventista do Sétimo Dia – Nr. 574

Deus está Presente

Hinário Adventista do Sétimo Dia


Letra: Gerhard Tersteegen (1697-1769)

Título Original: God Himself Is With Us

Música: Joachin Neander (1650-1680)

Texto Bíblico: Aquietai-vos, e sabei que eu sou Deus; sou exaltado entre as nações, sou exaltado na terra. O Senhor dos exércitos está conosco; o Deus de Jacó é o nosso refúgio. (Salmo 46:10 e 11)



Deus está presente, Vamos adorá-lo

Com fervor e zelo sem par;

Sim, humildemente, Em silêncio, honrá-lo:

Rei dos Céus, da Terra e do mar.

Vamos, pois, Lhe prestar

Culto reverente.

Deus está presente.



Veja a história deste hino

Cada estrofe deste hino é baseada numa distinta passagem das Escrituras, que se refere a uma testemunha viva – crentes que compreendem e demonstram a presença de Deus.

Estrofe 1 – Habacuque 2:20 pede que toda a terra guarde silêncio, e proporciona o tema para sua adoração – a transcendência única de Deus.

Estrofe 2 – Apocalipse 4:8 retrata as multidões nos céus que se unem aos salvos na terra, adorando a Deus dizendo: “Santo, Santo, Santo!”

Estrofe 3 – Salmos 36:8-10 sugere a encarnação de Deus no crente que adora a Deus através da sua vida santa.

Gerhard Tersteegen é considerado um dos maiores hinistas e líderes espirituais da Igreja Reformada Alemã. Ele mesmo era uma “testemunha viva”. Deixando sua vocação lucrativa, escolheu uma vida de sacrifício. Depois de um tempo como eremita começou a viajar e pregar, dando de si mesmo a um grupo crescente de seguidores, vivendo uma vida exemplar de serviço.

A trajetória da sua vida se assemelha a este hino: o silêncio – sua retirada da vida; a adoração da igreja – seus muitos amigos e sua pregação em muitos lugares; a vida pessoal – [sua vida santa] e seu extenso serviço.

O autor, Gerhard Tersteegen (1697 – 1769), nasceu em 25 de novembro de 1697, em Mörs, em Reino – Vestfália, da Prússia (Alemanha). Quando seus planos de preparo para o pastorado na Igreja Reformada foram frustrados por causa da morte prematura de seu pai, Tersteegen aprendeu a arte de tecelagem. O negócio ia bem, mas ele passou cinco anos em depressão, no fim do qual sua fé na graça reconciliadora de Cristo tornou-se segura. Em 1724, Gerahard fez uma nova promessa a Deus, selando-a com seu próprio sangue.

Abandonou, então, seus negócios e entrou num ministério singular de aconselhamento espiritual, de encorajamento e avivamento. O seu lar, chamado A Casinha do Peregrino, se abria a todos. Dizem que trabalhava dez horas por dia no seu tear, orava por duas horas e passava duas horas escrevendo e discutindo assuntos espirituais com outros. Preparava comida e remédios simples para os pobres.

Tersteegen, escreveu 111 hinos, caracterizados pela clareza no ensino de verdades cristãs, renúncia de si e do mundo a um esforço diário de viver como aquele que está na presença de Deus.

Também traduziu ou parafraseou muitos clássicos do francês e latim. Sua obra hinológica é Geistliches Blumegärtlein (Um Pequeno Jardim de Flores Espirituais), editada pela primeira vez em 1729, com muitas edições subseqüentes. Faleceu no lar em Mühlhein, na Prússia.

Tersteegen publicou este hino, Got ist gegen wartig (Deus Está Presente) no seu hinário Geistliches Blumengärtlein (Um Pequeno Jardim de Flores Espirituais), em 1729. Alguns acham que é possivelmente uma paráfrase duma obra do escritor francês pietista Labadie.

A melodia ARNSBERG, também chamada WUNDERBARER KÖNIG (Maravilhoso Rei), foi composta pelo consagrado hinista Joachim Neander, publicada no seu hinário Bundes Lieder (Hinos Cívicos) em 1680. Seu nome alemão refere-se ao hino para o qual Neander a compôs, Wunderbarer König, Herrscher von uns allen (Maravilhoso Rei, Senhor de Todos Nós). Entretanto, é com a letra de Tersteegen que sua melodia hoje é usada ao redor do mundo.

Joachim Neander nasceu em Bremem, Alemanha, em 1650, primeiro filho do diretor do Pädogogium (Escola Primária) daquela cidade, e descendente de uma longa linha de pastores de destaque. Recebeu uma educação privilegiada. Entretanto, como aluno, influenciado pelos seus colegas, vivia uma vida de devassidão. Aos vinte anos, foi com dois amigos a um culto numa igreja com a idéia de criticar e achar graça. Mas o fervor do pastor, o Rev. Theodore Under-Eyck, tocou-lhe o coração e conversas subseqüentes com ele mudaram a sua vida.

Um dia, Neander foi caçar nas florestas dos morros perto da sua casa. Caiu a noite, e no escuro perdeu o caminho. Foi ali que Deus alcançou a vida desse jovem. Caindo de joelhos, orou, dando a sua vida ao Salvador. Ao se levantar, descobriu que havia parado na beira de um precipício, e que mais um passo teria causado sua morte. Logo depois, como que guiado por Deus, Neander descobriu uma vereda bem conhecida, e chegou em casa salvo, e transformado.

Depois de servir como tutor em Frankfut e Heidelberg, Neander foi ensinar numa escola da igreja Reformada Alemã em Dusseldorf, e, embora não ordenado, assistia na pregação e no trabalho pastoral da igreja ligada à escola. Foi nesse tempo que Neander começou a sua associação com pietistas [*], tornando-se amigo do seu líder, Jacob Spencer. Começou a seguir algumas das suas práticas. Com isso, foi demitido da escola e da igreja e foi morar numa caverna na linda região de Neanderthal, perto de Mettman, nas margens do Reno. Foi ali que escreveu a maior parte dos seus sessenta hinos (letra e música). A caverna ainda hoje é chamada A Caverna Neander.

Em julho de 1679, Neander, aceito novamente na Igreja Reformada, tornou-se assistente do Pastor Under-Eyck, na mesma igreja onde ele tinha ido zombar nove anos antes. Certamente teria tido um rico ministério nos anos a seguir mas, a tuberculose o ceifou em 1680. Seus hinos foram publicados no mesmo ano numa coletânea chamada A und Joachini Neandri – Glaub und Liebesübung (Joachim Neander – Ensaios de Fé e Amor). Naquele período curto de dez anos, Neander tornou-se o mais notável hinista da Igreja Reformada Alemã. É chamado “o Paul Gerhardt dos calvinistas”. Nos seus hinos acham-se as expressões e crenças da Igreja Reformada e dos Pietistas, mas, o brilho e a doçura dos seus melhores hinos, sua fé firme, originalidade, biblicidade, variedade e mestria de formas rítmicas, e genuíno caráter lírico dá a eles o direito ao lugar alto [na hinodia] que ocupam.

A tradução do alemão para o português foi habilmente feita pelo Pr. João Soares Fonseca.

[*] Nota – O pietismo foi o rompimento com as tendências escolásticas [ou ortodoxa morta], uma afirmação da primazia do sentimento, na experiência cristã, uma reivindicação por parte dos leigos da participação ativa na edificação da vida cristã e um esforço de estrita atitude ascética com referência ao mundo

Bibliografia: Julian, John, ed. A Dictionary of Hymnology, Vol. 1 Dover Edition New York, Dover Publication, inc., 1957, p. 791.

Silêncio - Hinário Adventista do Sétimo Dia – Nr. 575

Silêncio

Hinário Adventista do Sétimo Dia



Letra: Fanny Jane Cosby (1820-1915)

Título Original: Tread Softly

Música: William Howard Doane (1832-1915)

Texto Bíblico: Aquietai-vos, e sabei que eu sou Deus; sou exaltado entre as nações, sou exaltado na terra. (Salmo 46:10)





1. Silêncio! Silêncio!

É santo o lugar.

Ensinos preciosos

Provêm deste altar.

Coro:

Silêncio!, Silêncio

Na casa de Deus!

Escuta a mensagem

Que vem lá dos Céus!

2. Silêncio! Silêncio!

Perante o Senhor!

Atenta às palavras

De luz e de amor!

3. Silêncio! Silêncio!

É tempo de orar,

E com reverência

Em Deus meditar.






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Oh, Vale do Éden, Formoso! - Hinário Adventista do Sétimo Dia – Nr. 569

Oh, Vale do Éden, Formoso!

Hinário Adventista do Sétimo Dia


Letra: William Orcutt Cushing (1823-1902)

Título Original: Beatiful Valley of Eden

Música: Willieam Fisk Sherwin (1826-1888)

Texto Bíblico: Porque o Senhor consolará a Sião; consolará a todos os seus lugares assolados, e fará o seu deserto como o Edem e a sua solidão como o jardim do Senhor; gozo e alegria se acharão nela, ação de graças, e voz de cântico. (Isaías 51:3)



1. Oh, vale do Éden, formoso,

Pátria de amor e luz!

Trazes aos tristes o gozo,

Fala-nos de Jesus.

Coro:

Oh, vale do Éden, formoso,

Pátria que não tem par!

Oh! Como eu me sinto saudoso

De ti, meu eterno lar!

2. Bem cedo nossos anseios

Hão de se realizar;

Não mais teremos receios,

Nem aflições, pesar.

3. Lá junto ao trono divino,

Os salvos cantarão

Doces acordes de um hino

Que fala de perdão.



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Ira David Sankey, conhecido hinista americano, diz em seu livro My Life and the Story of the Gospel Hymns(Minha Vida e a História dos Hinos Evangélicos):

“Um dia em 1875 eu estava procurando receber uma benção” diz o autor destas palavras, “quando, repentinamente, recebi uma visão do País Celestial. Parecia-me que um rio, correntoso, rolava lá em baixo. Do outro lado do rio, avistei uma terra encantadora; seus vales e colinas tinham uma calma celestial. Não tenho palavras para descrever sua beleza; parecia-me estar lá. Ao contemplar este cenário vieram aos meus lábios as palavras: “Vale do Éden, Formoso”. A visão permaneceu até que terminei de escrever o cântico; e, gradativamente, foi se dissipando. Desejo dizer que a beleza do cântico está na rica melodia escrita pelo Sr. Sherwin que o fez atingir mais profundamente os sentimentos do que quaisquer palavras o poderiam haver feito.”

Fonte: Histórias de Hinos e Autores – CMA – Conservatório Musical Adventista

Além do Rio - Hinário Adventista do Sétimo Dia – Nr. 570

Além do Rio

Hinário Adventista do Sétimo Dia


Letra e Música: Jader Dornelles Santos(1962- )

Título Original: Além do Rio

Texto Bíblico: Há um rio cujas correntes alegram a cidade de Deus, o lugar santo das moradas do Altíssimo. Deus está no meio dela; não será abalada; Deus a ajudará desde o raiar da alva. (Salmo 46:4 e 5)



1. Tenho ouvido de uma Terra linda, encantada,

De um lugar onde a felicidade é total.

Os meus olhos já divisam não tão distante,

Meus ouvidos já escutam sons divinais.

Tão cansado estou da vida aqui deste lado,

Que os meus braços quase já não podem remar,

Calejados e feridos por tantos dias,

Querem em bálsamo daquele porto encontrar.

Coro:

Além do rio existe um lugar pra mim,

Além do rio existe paz.

Além do rio a vida não terá mais fim;

E com Jesus irei morar.

2. Tenho já sonhado com aquelas moradas,

Que olho algum aqui não viu e nunca verá;

Têm beleza incapaz de ser comparada,

Pois a glória do Senhor presente está.

Muito mais bonito que o sol no poente.

Ou a gota d’água em prisma, como cristal;

É o encontro de irmãos de fé, redimidos;

Compensou viver, lutar, vencer afinal.




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Lindo País - Hinário Adventista do Sétimo Dia – Nr. 571

Lindo País

Hinário Adventista do Sétimo Dia


Letra: Autor Desconhecido

Título Original: Desconhecido

Música: Compositor Desconhecido

Texto Bíblico: Pois eis que eu crio novos céus e nova terra; e não haverá lembrança das coisas passadas, nem mais se recordarão: Mas alegrai-vos e regozijai-vos perpetuamente no que eu crio; porque crio para Jerusalém motivo de exultação e para o seu povo motivo de gozo. E exultarei em Jerusalém, e folgarei no meu povo; e nunca mais se ouvirá nela voz de choro nem voz de clamor. (Isaías 65:17-19)

Observação: Esta é uma melodia tradicional Irlandesa, que tem por nome Londonderry Air (Ária [da cidade de] Londonderry)



1. Há um país nas terras de além rio,

Cheio de flores, de prazer e luz;

É destinado às almas resgatadas;

Lá não terão mais lutas nem mais cruz.

Pois é ali que a morte não mais entra,

Nem mais pecado o brilho tirará.

Jesus, o Rei dessas mansões tão lindas,

Os salvos todos com prazer abraçará.

2. Lindo país! Eu vejo a brisa mansa

Acariciar campinas e jardins,

E embalar as palmas prateadas

Dos perfumados vales com jasmins.

E quando o Sol se põe no horizonte,

Eu julgo ver em sonhos este lar;

Vejo os amigos já ressuscitados,

E todos nós o nosso bom Jesus louvar.




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Oh! Nunca Separar! - Hinário Adventista do Sétimo Dia – Nr. 565

Oh! Nunca Separar!

Hinário Adventista do Sétimo Dia


Letra: Isaac Watts (1674-1748)

Título Original: Never Part Again

Música: Compositor Desconhecido

Texto Bíblico: E ouvi uma grande voz, vinda do trono, que dizia: Eis que o tabernáculo de Deus está com os homens, pois com eles habitará, e eles serão o seu povo, e Deus mesmo estará com eles. Ele enxugará de seus olhos toda lágrima; e não haverá mais morte, nem haverá mais pranto, nem lamento, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas. (Apocalipse 21:3,4)

Observação: A melodia deste hino foi publicada no hinário Timbrel of Zion (Tamboril de Sião), em 1853, tendo sido posteriormente harmonizada por Donald Frederick Haynes (1907-1975).



1. Há um país de gozo e luz

Onde só santos há;

Prazeres há ali a flux;

É sempre dia lá.

Coro:

Marchamos para a terra além

E vamos a Jerusalém;

Iremos com Jesus reinar

E nunca mais nos separar.

Oh, nunca separar?

Não, nunca separar!

Oh, nunca separar?

Não, nunca separar!

Iremos com Jesus reinar

E nunca mais nos separar!

2. Há sempre primavera lá,

Flores não murcharão;

Tão perto, sim, de nós está

A eternal mansão.

3. Já nós estamos qual Moisés,

Vendo o futuro lar;

E divisamos pela fé

A morada sem par.




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Doce Lar - Hinário Adventista do Sétimo Dia – Nr. 566

Doce Lar

Hinário Adventista do Sétimo Dia


Letra: William Hunter (1811-1877)

Título Original: We’re Bound for the Land of the Pure and the Holy

Música: Compositor Desconhecido

Texto Bíblico: Então dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai. Possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo; (Mateus 25:34)

Observação: Esta música já era utilizada pelo Exército de Salvação desde a sua fundação, em 1865, conforme relatos deixados por seu fundador, William Booth (1829-1912). Foi incluída como a primeira música em seu Revival Hymn Book (Hinário do Reavivamento), compilado em 1866.



1. À terra nós vamos dos fiéis e dos santos,

País de glória infinda, de bênçãos e luz;

Já fartos estamos de vaguear pelas trevas;

Ao lar em breve iremos com Cristo Jesus.

Coro:

Doce lar! Doce lar! Doce lar! Doce lar!

No lar habitaremos com o nosso Jesus.

2. Não entram desgostos neste lar, nem tristeza

Só paz e alegria ali reinarão.

Em nosso caminho vamos, pois, animosos,

Pois Cristo, nosso Mestre, nos deu salvação.

3. Andemos ousados para o lar, bem contentes,

Embora carregando o opróbrio da cruz.

A terra avistamos com os seus lindos campos;

Ali nós viveremos com nosso Jesus.




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